Ilha das Flores (ilha cor-de-rosa)


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Situa-se a 30º 54' de longitude oeste e 39º 25' de latitude norte e com uma temperatura média de 17º C (63º F.). Esta temperatura deve-se à influência da proximidade da corrente do Golfo.
Descoberta por volta de 1452, pelo navegador Diogo de Teive e seu filho João de Teive, sendo Guillaume Van Der Haegen,(mais tarde Guillaume da Silveira) fidalgo Flamengo, o primeiro povoador da ilha, instalando-se na baía da Ribeira da Cruz, por volta de 1470 .
No entanto devido ao seu isolamento foi abandonado, (o povoamento), e retomado em 1504, por colonos vindos da Terceira e da Madeira.
No início foi conhecida pelo nome de ilha dos Corvos Marinhos, a seguir tornou-se ilha de S. Tomás, mais tarde por volta de 1475, devido à grande abundância de flores, especialmente o "CUBRE", cuja flor é amarelo torrado, adquiriu o actual nome ilha das Flores.
Conjuntamente com a ilha do Corvo, que está apenas a 27,8 km (15 milhas) de distância, formam o Grupo Ocidental. Com aproximadamente 143 km2 (55 milhas2) de superfície, 17 km (16.7 milhas ) de comprimento e 12.5 km (7.7 milhas) de largura.
É a ilha mais ocidental do Arquipélago dos Açores e o extremo mais ocidental da Europa.
Actualmente, (ano de 2002), esta ilha não ultrapassa os 3.992 habitantes no entanto este valor era de 6.331, no ano de 1796, em 1814 de 11.827, em 1900 de 8.127, em 1950 de 7.850 habitantes, em 1991 de 4.329, em 2006 era de 4059
e de 4117 em 2008.

Esta ilha é constituída actualmente por 2 concelhos:


7 freguesias do Concelho das Lajes


4 freguesias do Concelho de Santa Cruz.

Sendo no ano de 1515 que o lugar das Lajes recebe o foral de vila, para em 1548, Santa Cruz receber idêntica mercê.
O ponto mais elevado é Morro Alto, com 914 metros, de onde se obtém uma deslumbrante vista panorâmica sobre as lagoas e vales verdejantes, onde correm pequenas ribeiras, e sobre as localidades de Ponta Delgada, Fajã Grande, Fajãzinha, Pico dos Sete Pés, Marcela e Burrinha.
A zona central desta ilha é constituída por locais de rara beleza, como por exemplo 7 lagoas: Lagoa Funda, Branca, Seca, Rasa, Comprida, Lomba e Funda das Lajes.
Na zona oeste desta ilha, existe entre a Fajãzinha e a Ponta da Fajã Grande cerca de 20 quedas de água, sendo a da Ribeira Grande a mais alta.
É também nesta zona da Ilha que se encontra uma aldeia antiga e dotada ao abandono durante muitos anos. Recentemente foi restaurada e transformada em aldeia para turismo de habitação. Sendo mesmo oficialmente considerada uma das melhores de Portugal dentro do género.
À noite, no silencio deste pequeno santuário, quase se pode ouvir o som do sol caindo sobre a linha do horizonte... então, tudo se torna ainda mais tranquilo e, ao mesmo tempo, mais intenso, perfumado, inexplicavelmente sedutor, como se de um poema se tratasse.

 

Ilha das Flores

 

 

"A XXV FESTA DO EMIGRANTE 2010 é a Festa dos 25 anos.
Vamos ter navio a sair de todas as Ilhas dos Açores na sexta-feira chegando ás Flores na sexta-feira ao fim do dia, (entre as 18h00 e as 20h00, a confirmar) e regresso no Domingo com partida das Flores à meia noite e chegada aos destinos na segunda feira".

Hélio Silva

 

Meus amigos, o programa Manhãs de Sábado na XXV Festa do Emigrante*2010, vai ser transmitido em directo a partir das Lajes das Flores excepcionalmente no Domingo, dia 18 de Julho. Poderão ouvir via internet em www.rdp.pt - emissão online - rdp açores

Armando Meireles

Cartaz e Programa da XXV Festa do Emigrante

 

Neste espaço/página será pretada homenagem e/ou dada a oportunidade a pessoas ou instituições (sem fins lucrativos) de mostrarem os seus talentos/artes/ofícios.

É neste paraíso de sonho que o som do silêncio se houve e nos faz pensar...Para quê tanto correr...Qual o fim...Do seio da Terra surge o convite ao descanso, à meditação, à inspiração... Falo-vos da Aldeia da Cuada, freguesia da Fajã Grande, concelho das Lajes. Isto graças à iniciativa de um casal, com extremo bom gosto, o Sr. Carlos e sua esposa a Sra. Teotónia.
Muitos parabéns e muitos anos de vida.
Ainda nesta zona oeste da ilha, existe o Ilhéu de Monchique, sendo o ponto mais ocidental da Europa.
Este ilhéu, localizado a uma Longitude Oeste de 31 graus 16 minutos e 30 segundos e a uma Latitude Norte 39 graus 29 minutos e 40 segundos, já no tempo da navegação astronómica foi tido como indicador para acerto de rotas e verificação de instrumentos.
A Gruta dos Enxaréus situada à beira-mar entre Santa Cruz e Caveira, tem aproximadamente 50 metros de comprimento e 25 metros de largura.
Ponte centenária
Ribeira...alimento/fonte de vida
Neve na Ilha das Flores, fenómono muito raro.


A falésia da Rocha Alta, dos Cedros, da Fajãzinha e muitas outras,  proporcionam uma vista sobre o mar de muitos pequenos e grandes ilhéus.
Não deve sair das Flores sem visitar o Museu Etnográfico, localizado em Santa Cruz, no antigo Convento de São Boaventura, Igrejas de Nossa Senhor do Rosário (século XVIII), Capela Nossa Senhora das Angústias, (século XVIII), Igreja de Nossa Senhora dos Remédios (século XVIII), e as de Nossa Senhora da Conceição (século XIX) e São Boaventura (século XVII), em Santa Cruz.
Nascido na Ilha das flores (freguesia da Fazenda das Lajes) o Sr Padre José Alves Trigueiro , tem uma das maiores e mais belas colecções de fotografias, panorâmicas, sobre esta Ilha.

Missa Solene das Bodas de Ouro Sacerdotais
do Reverendo Padre José Alves Trigueiro.

No passado dia 19 de Julho,de 2009, foi celebrada uma Missa Solene na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário , presidida pelo Vigário Geral da Diocese, em concelebração com o Reverendo Padre José Alves Trigueiro, no âmbito das comemorações das suas Bodas de Ouro Sacerdotais. A sua Missa Nova foi a 19 de Julho de 1959.
Muitos e muitos parabéns Sr. Padre Trigueiro.


Também nascido nesta ilha, o Sr.António Câmara para além da sua profisão também se dedica à fotografia.
Aquí pode ver a Ilha das Flores pela lente da sua máquina fotográfica.
Sr. José Serpa vive nos Estados Unidos, 71 anos, Escritor Amador

( De lamentar que esta ilha perdeu metade da sua população nos últimos 50 anos!!!!!)

"O presidente do Conselho de Ilha das Flores considerou ontem que a crescente recusa da condição de isolamento pode explicar em parte a redução a metade da população da ilha nos últimos 50 anos.
Em declarações à Agência Lusa, e em vésperas de uma visita de dois dias do Governo Regional à ilha mais ocidental do arquipélago, Miguel Maciel admitiu que só através de melhorias significativas nas ligações marítimas e aéreas e da atribuição de benefícios fiscais e financeiros à fixação se poderá combater o fenómeno.
Nos anos cinquenta do século XX viviam nas Flores cerca de oito mil pessoas. Entretanto, a população residente nos dois concelhos da ilha passou a ser de 3.995 habitantes em 2001."
Fonte: Jornal Diário
.23/03/2004

 

Fibra óptica chegaàs Flores e Corvo 

Foi adjudicado pelo Ministério das Obras Públicas o projeto para instalação do cabo de fibra ótica que irá unir as ilhas das Flores e Corvo ao resto do arquipélago.
Em causa está um investimento há muito reclamado, anunciado ontem pelo presidente do Governo Regional, Carlos César.
“Isso é uma grande notícia para os Açores, uma grande notícia para os corvinos, uma grande notícia para os florentinos”, afirmou.
Segundo o presidente do executivo regional esta adjudicação concretiza-se “depois de vários anos de insistências com o Governo da República, depois de vários anos de estudos e de uma concertação com a PT e com o Ministério das Obras Públicas.”
Recorde-se que as comunicações para as Flores e Corvo são asseguradas por satélite e que são várias as queixas da população destas ilhas face a esta situação.
Em novembro de 2009 a agencia Lusa noticiava que o cabo de fibra ótica que liga o continente europeu aos Açores devia chegar em 2010 às Flores, caso a PT cumprisse o calendário previsto. Essa informação era adiantada pelo secretário regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos, José Contente.
“Em principio, o cabo de fibra ótica chega às Flores no próximo ano mas o Governo Regional não se pode responsabilizar pela calendarização das obras da PT”, afirmava.
Fonte: Diário Insular 23/06/2010

 

Património geológico dos Açores: atracção turística

Usar o património geológico dos Açores como factor de atracção turística é um dos objectivos do Geoparque - afirma o director regional do Ambiente, Frederico Cardigos.
Para Frederico Cardigos, " o objectivo do Geoparque não é o de conservar o património, mas torná-lo mais apetecível aos olhos dos cidadãos ", ou seja, " a classificação de "Geoparque" não se resume à preservação, mas também é uma forma de tornar mais atractivo esse mesmo património ".
Os Açores pretendem proporcionar uma autêntica viagem pelo património geológico e o director açoriano do Ambiente explicou à Antena 1 / Açores que a Região é " muitíssimo rica geológicamente, porque possui património com milhões de anos, e outro que, actualmente, está a ser formado ".
E, porque o Geoparque deveria ser homogénio, em todo o arquipélago, foi criado o conceito de " geosítio ", porque, adianta, " existe uma panóplia de património incrível e muito rico ".
Com base em critérios científicos, foram, inicialmente, identificados mais de uma centena de locais com interesse geológico, mas, depois, reduzidos a 57 que vão integrar a candidatura da Região Autónoma dos Açores.
Carlos Tavares / Tânia Martins
Fonte: RTP/Antena1 27/04/2010

 

Rampa ro-ro no porto das Lajes das Flores

A construção de uma rampa para navios ro-ro (roll on/roll off) e ferry no porto das Lajes das Flores acaba de ser adjudicada pela Administração dos Portos do Triângulo e do Grupo Ocidental (APTO).  A obra, que vai custar mais de um milhão de euros, deverá ser executada no prazo de quatro meses.
Na área de intervenção da APTO, está é a primeira rampa para navios ro-ro e ferry a construir, estando prevista a edificação de semelhantes infraestruturas em São Jorge, Pico e Faial, com o que fica salvaguardada a possibilidade dos navios de transporte de passageiros e viaturas operarem futuramente à popa.
Fonte: Diário Insular 21/04/2010

 

Florentinos em Nice - França

Nos dias 8 a 12/02/2010, um grupo de amigos da Ilha das Flores , participou no Atelier “Creation Musicale Arc Latin”, que se realizou na cidade de Nice, França, com a organização da Associação “Nux Vómica
Nesta participação foram companheiros de/na música:
José Freitas Serpa, na guitarra portuguesa e voz
Luís Maciel, ao bandolim
António Ramos, ao violão
José Agostinho Serpa, na viola da terra e voz.
Veja mais deste encontro


 

Açores no top ten mundial para observação de baleias

Os Açores foram eleitos pelo jornal britânico Telegraph como um dos dez melhores destinos do mundo para observação de baleias.
Num artigo de Victoria Homewood, jornalista especializada em turismo, os Açores são descritos como um destino de excelência para a observação de mais de vinte espécies de baleias e golfinhos.
Fonte: Diário Insular 15/03/2010

 

Ponta da Fajã das Flores em risco de derrocada

O Governo Regional afirmou ontem a proibição de construção e habitação na Ponta da Fajã na ilha das Flores, por considerar tratar-se de um dos locais com maior risco de derrocada dos Açores.
Na zona residem, contudo, seis famílias. A Câmara Municipal das Lajes das Flores considera que os habitantes se encontram a distância suficiente do local de maior perigo.
Assim, o vereador José Lourenço minimizou os riscos ao afirmar que as casas se encontram a mais de 500 metros de distância da zona onde aconteceu uma derrocada em 1987.
Foi esta primeira derrocada que fez com que se declarasse a Ponta da Fajã Grande como zona de risco e que levou, por isso, à proibição de qualquer tipo de construção naquela àrea.
A mais recente derrocada decorreu a 21 de Outubro de 2009, sendo que um relatório do Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC) apresentado esta semana no parlamento regional confirmou que a situação de perigo se mantém, um alerta que foi agora confirmado pela tutela regional.
O secretário regional do Ambiente e do Mar, Álamo Meneses, assegurou que o Governo Regional “aceita as conclusões do relatório, considerando que a legislação não deve ser alterada”.
“A legislação deve ser cumprida pelos cidadãos e pela Câmara, que tem a obrigação de fiscalizar a construção e de gerir o licenciamento urbano”, defendeu Álamo Meneses, recordando o parecer da Comissão de Assuntos Parlamentares, Ambiente e Trabalho que teve como base o relatório do LREC.
A comissão parlamentar classifica, assim, a Ponta da Fajã Grande como “um dos locais de maior risco no arquipélago”. No entanto, conclui que as “hipóteses de soluções de intervenção directa sobre a falésia para minimizar os riscos são totalmente inviáveis atendendo à altura da escarpa”.
O relatório da comissão parlamentar salienta ainda que o local “é - e continuará a ser - uma área de elevado perigo e ocorrência de movimentos de massa, por corresponder a um escarpado imponente onde existem indícios de evolução acelerada”.
A situação de risco na Ponta da Fajã Grande não é a única no arquipélago, pelo que o governo regional já mandou elaborar a Carta de Risco da Região, que segundo Álamo Meneses, permitirá ter “uma visão mais clara da totalidade do problema”.
Fonte: Diário Insular 22/01/2010

 

Bandeira da Região hasteada na Austrália

A bandeira da Região Autónoma dos Açores foi ontem, quinta-feira, hasteada no cimo do Monte Kosciuszko, o pico mais alto da Austrália, a 2208 metros de altitude, pelo alpinista açoriano Luís Bettencourt, no âmbito do denominado projeto "Açores no Topo do Mundo".
“Às 14:40 [04:40 nos Açores, 05:40 em Lisboa] cheguei com a bandeira dos Açores ao teto da Oceânia continental, na Austrália”, anunciou Luís Bettencourt, numa mensagem telefónica (SMS) enviada à Lusa.
O projeto "Açores no Topo do Mundo" arrancou a 9 de setembro de 2009, com a subida ao Pico, o ponto mais alto de Portugal, a 2351 metros de altitude, e prosseguiu a 28 de novembro, quando a bandeira açoriana foi hasteada no cimo do Kilimanjaro, na Tanzânia, o ponto mais alto de África, a 5895 metros de altitude.
O objetivo é levar a bandeira dos Açores aos pontos mais altos de cada continente, num calendário de escaladas que terminará em junho de 2012.
Assim, depois do Monte Kosciuszko, na Austrália, segue-se em junho a subida ao Elbrus, a 5642 metros de altitude, o ponto mais alto da Europa.
Para janeiro de 2011 está agendada a escalada ao cimo do Aconcágua, a 6959 metros de altitude, na Argentina, que é o pico mais alto da América do Sul, seguindo-se, em junho de 2011, a subida ao Mckinley, a 6187 metros de altitude, no Alasca, para atingir o ponto mais elevado da América do Norte.
O calendário prevê a ascensão ao Vinson, na Antártica, a 4892 metros de altitude, em janeiro de 2012, a que se seguirá, em maio de 2012, a escalada do Evereste, a 8848 metros de altitude, nos Himalaias, que é o ponto mais alto da Ásia.
O projeto "Açores no Topo do Mundo" termina em junho de 2012 com a subida ao Pico, o ponto mais alto de Portugal, onde tudo começou, em setembro de 2009.
Fonte Diário Insular 09/04/2010

 

Cientistas descobrem depressão junto dos Açores com origem no impacto de um meteorito

Cientistas portugueses descobriram uma depressão junto dos Açores com origem possível no impacto de um meteorito.
A depressão já tem nome e, pela sua forma, foi baptizada de "Ovo Estrelado".
Trata-se da mais importante descoberta dos últimos tempos por parte de cientistas portugueses, integrados na estrutura da missão para o alargamento da plataforma continental portuguesa.
Está localizada ao largo dos Açores, há 17 milhões de anos, a 150 quilómetros do arquipélago, apresentando uma cratera com 6 quilómetros de diâmetro, a uma profundidade de 2 mil metros.
A origem do "Ovo Estrelado" ainda não é totalmente conhecida, conforme disse à Antena 1 / Açores Manuel Pinto de Abreu, coordenador da missão.
A descoberta da cratera é mais um importante dado científico para o desenho da evolução geológica do Planeta, descoberta que está a ser revelada no Encontro Anual da União Geofísica Norte-Americana, a decorrer na cidade de São Francisco, EUA.
Fonte: RTP Açores 20/12/2009

 

AÇORES - no Canal Odisseia.

"O arquipélago dos Açores dorme no meio do Oceano Atlântico, a cerca de 1.600 quilémetros de Portugal continental e 2.000 do Canadá. Pelas suas condições excepcionais e por estar rodeado das águas temperadas da Corrente do Golfo, estas ilhas desenvolveram o seu próprio ecossistema. O clima é tão imprevisível que, na zona, é habitual dizer-se que, num só dia, podem experimentar-se várias estações. Os mitos e lendas que envolvem estas ilhas mágicas datam dos textos de Platão que falam da Atlântico... " Fonte: AcoresTube

 

 

"A MELHOR ZONA DA EUROPA"
Turistas escolhem os Açores para observação de aves

A observação de aves é uma actividade que tem levado ao aumento do Turismo de Natureza nos Açores, por serem considerados “a melhor zona da Europa” para esta prática.
No arquipélago podem-se encontrar diversos tipos de aves, desde o Priolo e as aves migratórias, até às aves mais comuns, como os canários, os tentilhões e os melros. Sendo que estas podem ser encontradas um pouco por todas as ilhas.
Segundo o coordenador da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), Joaquim Teodósio, os observadores
mais experientes ou simplesmente os curiosos “podem fazer isso em qualquer lado aqui nos Açores, porque existe uma diversidade de aves muito abundante e que pode ser vista até nos jardins ao pé de nós”.
Durante o mês de Novembro, cerca de vinte ornitólogos estiveram na ilha do Corvo para observar as aves migratórias americanas, que devido ao mau tempo ou a tempestades no oceano desviam-se das rotas previstas e passam pelas ilhas açorianas.
De acordo com o coordenador da SPEA, a ilha mais pequena do arquipélago dos Açores é muito famosa em toda a Europa no meio da Ornitologia, visto ser possível encontrarem-se muitas aves americanas na altura do Outono.
Joaquim Teodósio considera este número de observadores de aves bastante significativo, causando “um grande impacto” no desenvolvimento desta prática no arquipélago, pois acabam por contribuir para o aumento do turismo nos Açores
O turismo de Observação de Aves tem estado em crescente desenvolvimento, estando já a assumir alguma relevância, embora não seja fácil identificá-lo, por ser muito autónomo.
Este turista informa-se com antecedência sobre os melhores sítios para observar as aves que procura, construindo assim o seu próprio roteiro para observação de aves.
Na ilha de São Miguel, tanto nas lagoas das Furnas e das Sete Cidades, como ao longo da costa é possível observar diversas espécies de aves migratórias americanas, que dificilmente são observadas na Europa e que aqui são vistas com bastante frequência.
Mas não são apenas as aves migratórias americanas que podem ser encontradas nos Açores. Também é possível encontrarem-se aves europeias, que alteram as suas rotas por motivos atmosféricos.
A SPEA procura dinamizar esta prática através da criação de cursos de iniciação de observação de aves e de saídas destinadas aos sócios e aos interessados na SPEA, para análise e visualização destes animais.
“O objectivo primordial destas actividades é despertar o entusiasmo dos que ainda não estão convencidos, mas também dos que já têm alguns conhecimentos sobre aves e que os querem aprofundar”, afirmou Joaquim Teodósio. A última actividade dirigida pela SPEA foi feita na lagoa das Furnas, devido à elevada probabilidade de se ver aves diferentes nesta altura do ano.
Joaquim Teodósio salientou ainda que estas actividades dependem muito do número de pessoas que apoia estas iniciativas.
“Quanto mais sócios, mais motivação as pessoas têm para conseguir desdobrar-se neste tipo de actividades que pretendemos oferecer às pessoas”, acrescentou. Uma das actividades que tem estado a decorrer é o projecto LIFE-PRIOLO que termina este ano, tendo sido coordenado pela SPEA.
“Um dos excelentes resultados que o LIFE-PRIOLO acabou por trazer foi a criação de um centro ambiental, o Centro Ambiental do Priolo” no Nordeste, disse Joaquim Teodósio. Este centro ambiental encontra-se preparado para receber escolas, turistas e grupos de pessoas, procurando divulgar a importância que tem o Priolo nos Açores.
Esta ave é uma das espécies mais emblemáticas dos Açores, porque existe unicamente na Serra da Tronqueira, nos concelhos do Nordeste e da Povoação.
SPEA promove e divulga a Ornitologia
A SPEA é uma associação científica sem fins lucrativos que promove o estudo e a conservação das aves em Portugal, tendo sido fundada em 25 de Novembro de 1993.
Esta associação surgiu devido ao desejo manifestado por um grande número de profissionais e amadores da Ornitologia e conservação da avifauna.
Os principais objectivos desta associação são promover, dinamizar e divulgar o estudo da biologia das aves e desenvolver as bases científicas e técnicas para a aplicação de medidas de gestão e conservação.
A SPEA pretende contribuir para a valorização e promoção da Ornitologia, através da elaboração e divulgação de princípios orientadores desta disciplina.
A missão da SPEA é promover um desenvolvimento que garanta a viabilidade do património natural para usufruto das futuras gerações de aves.
Fonte: A União 1/12/2009

 

7 Maravilhas Naturais de Portugal realiza-se nos Açores

Foi na ilha das Flores que o Governo Regional celebrou um Protocolo de Cooperação com a organização para a realização do espectáculo “As 7 Maravilhas Naturais de Portugal” nas Sete Cidades, a 11 de Setembro de 2010.Para o presidente do executivo regional, que discursou na cerimónia de celebração do protocolo, “é com grande satisfação que o Governo dos Açores se associa a um dos grandes eventos a decorrer no nosso País durante o próximo ano, iniciativa que mobilizará a atenção de milhares de pessoas e que, à semelhança de outras do género, realizadas recentemente, espera que contribua efectivamente para a projecção nacional e internacional dos Açores”.Para Carlos César, “não é exagerado afirmar que os Açores constituem, uma referência ambiental reconhecida por várias e prestigiadas organizações internacionais. Isso acontece pelas suas características geográficas e climáticas mas, também como resultado de políticas continuadas e integradas de conservação e de protecção ambientais que têm vindo a ser aplicadas e que têm permitido alcançar uma efectiva conciliação entre o património natural e o desenvolvimento económico e social exponencial que temos conseguido nos últimos anos”.Ainda segundo o presidente do Governo, “a escolha dos Açores, como cenário para a realização da cerimónia de eleição das “7 Maravilhas Naturais de Portugal”, é, pelo natural! A escolha foi também ditada pela consideração da Região como um destino turístico diferenciado. Acrescentou que “não é fácil encontrar outro local no país que permita conciliar todos os objectivos desta eleição: paisagens, o seu património natural, construído e até imaterial, o seu clima ameno e a sua biodiversidade” tendo já sido eleitos pela “National Geographic Traveller”, as segundas melhores ilhas do mundo para o turismo sustentável.Para Carlos César, “estão criadas todas as condições para que o evento seja um grande sucesso”. Por outro lado António Vitorino, Comissário para as “7 Maravilhas Naturais de Portugal”, afirmou à lusa que a iniciativa “ constitui um momento singular de conhecimento e divulgação das belezas naturais do nosso País”. António Vitorino disse ainda que “ os Açores dão um contributo inestimável para a maravilha paisagística de Portugal”.
Fonte: picoazores 11/11/2009

 

Ilha das Flores viveu uma dúzia de dias à conta de renováveis

Foram 12 dias a viver no verde. Nos Açores, as Flores provaram que é possível colocar a ilha a funcional apenas com energias renováveis, no que constitui para já a primeira experiência do género em Portugal.
"Esta situação provou que é possível, numa conjugação das energias eólica e hídrica, utilizando tecnologia única no país, alimentar com energias renováveis uma ilha como as Flores", congratulou-se o secretário regional do Ambiente, Álamo Menezes, quando anunciou a experiência levada a cabo durante o passado mês de Outubro.
Em números, foram 142 quilómetros quadrados e mais de quatro mil habitantes que foram alimentados pela energia limpa que, de acordo com o governante, anuncia um caminho "para uma quase autonomia energética".
Durante os 12 dias da experiência, a ilha recorreu a volantes de inércia - que permitem praticamente anular variações de tensão nos aerogeradores.
No anúncio da experiência, era um secretário regional do Ambiente satisfeito aquele que anunciava que a Ilha das Flores "é um exemplo de penetração das energias renováveis a nível nacional e mesmo internacional".
Um elemento fundamental para dar seguimento à experiência é a central termoeléctrica em construção na Pedreira do Porto, que integra cinco grupos geradores - com potência total de 3,6 megawatts -, num custo estimado de 12,5 milhões de euros.
Esta unidade vai permitir o reaproveitamento da actual central de Além Fazenda, ampliando a sua componente hídrica.
Na ilha está ainda previsto a construção de uma nova central hídrica na Ribeira Grande, projecto que assegurará o abastecimento nas Flores com uma taxa de 87 por cento de energias renováveis.
Fonte: RTP 11/11/2009

 

Governo reabilita troço de 17 quilómetros na ilha das Flores

O secretário da Ciência, Tecnologia e Equipamentos visitou, ontem à tarde, as obras de reabilitação de 21,4 quilómetros de estrada regional na ilha das Flores, no âmbito da visita estatutária ao grupo Ocidental.
A empreitada, o maior troço em quilómetros consecutivos reabilitados, somou um investimento na ordem dos 4,2 milhões de euros e representa, de acordo com José Contente, “mais um passo nesta reforma da rede viária que nós estamos a fazer na ilha das Flores e, neste momento, mais de 70 por cento da rede viária já foi reabilitada”.
O secretário regional referiu que no início dos governos de Carlos César, há 13 anos atrás, as estradas e os acessos principais da ilha estavam em avançado estado de degradação com pisos, em alguns casos, com quase meio século de existência.
Desde 1996 à actualidade já foram reabilitados 50 num total de 74 quilómetros e, referiu, no decorrer de 2010 irá avançar a reabilitação de mais 17 quilómetros, a Estrada Transversal – 11,2 quilómetros – e o troço do ramal da Fajã Grande ao início da recta das Lajes – 6 quilómetros – ficando, desta forma, praticamente fechado o anel viário da ilha.
No total esta empreitada prevê um investimento de 2, 6 milhões de euros.
“O Governo dos Açores contínua, nesta ilha e à semelhança das outras, a garantir as boas acessibilidades terrestres como factor de desenvolvimento mas também de sustentabilidade ambiental”, sublinhou.
Após a visita à empreitada o governante realçou o reforço das condições de segurança como prioridade nas intervenções feitas na rede viária da ilha, afirmando que “todas as vezes que nós melhoramos uma estrada estamos a contribuir para a redução da sinistralidade, ou seja, mais segurança, e garantimos também mais modernidade a todos aqueles que lá transitam e os que nos visitam”.
A aposta do Governo Regional em matéria de acessibilidades terrestres tem sido uma aposta frequente e transversal a todas as ilhas, de Santa Maria ao Corvo, e no caso das Flores, as recentes intervenções e reabilitações tem vindo a aproximar, referiu José Contente, “as condições da ilha do que se faz e do que existe nas restantes ilhas dos Açores, o que não era assim, como se sabe, há 12 anos atrás e nós estamos fortemente empenhados em garantir estas acessibilidades com qualidade e segurança”.
Fonte: Canal de Notícias 11/11/2009

 

Açores serão Região Europeia do Ano 2010

Os Açores serão a Região Europeia do Ano 2010, ocasião que o Governo Regional vai aproveitar para divulgar o património, turismo e cultura do arquipélago, num esforço de promoção da identidade das ilhas.
“Trata-se de promover, durante um ano, a valorização da cultura, da história e do património, edificado, natural e humano, dos Açores”, afirmou ontem André Bradford, secretário regional da Presidência.
André Bradford, que falava na cerimónia de assinatura do Acordo de Nomeação da Região Autónoma dos Açores como Região Europeia do Ano 2010, salientou que “o objectivo é construir um programa culturalmente rico e diversificado para apresentar aos açorianos e a todos os que visitarem o arquipélago”.
O programa, segundo o secretário regional da Presidência, deve ser elaborado “em parceria” com a sociedade civil e o sector privado.
O arquipélago dos Açores foi designado para ser a Região Europeia do Ano de 2010 por escolha de um júri internacional.
“Da parte do Governo Regional, pretendemos fazer dos Açores o cartaz europeu do ano”, frisou André Bradford, defendendo que 2010 será uma oportunidade para a “afirmação externa dos Açores na Europa”.
“É um importante elemento de reconhecimento externo da afirmação dos Açores na Europa, do seu progresso e desenvolvimento no contexto comunitário e do sucesso do seu modelo de crescimento sustentável”, afirmou.
No mesmo sentido, o presidente da organização da Região Europeia do Ano, Xavier Tudela, considerou que se trata de uma oportunidade para divulgar “a esplêndida realidade dos Açores”, uma região que “tem muito que mostrar e ensinar às restantes regiões”.
A designação de Regiões Europeias em cada ano, que depende do escrutínio de um júri Internacional, pretende potenciar o conhecimento sobre as diferentes regiões da Europa e, simultaneamente, promover o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas mesmas. Serve ainda para fomentar novas potencialidades no que diz respeito à construção regional no contexto da integração europeia e para projectar, no conjunto europeu e internacional, todos os aspectos relacionados com a região escolhida, ao nível social, cultural, económico e turístico
Desde a sua instituição, já foram designadas como Região Europeia do Ano, entre outras, as Baleares (Espanha), a Madeira e o Piemonte (Itália).
Fonte: Diário Insular 20/10/2009

 

Flores em roteiro histórico e pedestre

“Ilha das Flores, Açores, Roteiro Histórico e Pedestres” é o título da mais recente publicação de Pierluigi Bragaglia. O historiador italiano, a residir na ilha mais ocidental do arquipélago, apresentou a obra na V Bienal de Turismo Rural Atlântico.
A obra resulta de uma fusão dos guias pedestres das Lajes e de Santa Cruz das Flores, do mesmo autor, lançados em 2005 e 2009. Os roteiros não foram, no entanto meramente republicados, mas completamente actualizados e enriquecidos nesta edição.
O livro, editado em português e inglês, abrange agora toda a Ilha das Flores num único roteiro, com conteúdos inéditos, novas fotografias e uma nova cartografia.
Segundo Pierluigi Bragaglia o roteiro publicado apresenta duas valências. O autor defende que a obra pode, por um lado, “permitir a um historiador que quiser aprofundar conhecimentos” ter algum material de base”. Por outro lado, Bragaglia defende que o roteiro pode simplesmente servir como “ferramenta para quem quiser descobrir a ilha em termos terrestres”.
Pierluigi Bragaglia é natural de Medicina, Bolonha, Itália e reside na Fajã Grande, Ilha das Flores. É licenciado em Ciências Políticas pela Universidade de Bolonha e em História, pela Universidade Nova de Lisboa. Desde 1991, é proprietário e gerente do Argonauta, unidade de Alojamento particular na Fajã Grande.
LIVRO reúne roteiros de toda a ilha das Flores
Fonte: Diário Insular 20/10/2009

 

EDA investe nas Flores 13,7 milhões de euros

A Electricidade dos Açores (EDA) tem actualmente em curso investimentos nas Flores que ascendem a 13,7 milhões de euros, dos quais cerca de 5,5 milhões devem ser executados este ano, revelou ontem a empresa.
Os investimentos incluem a nova central térmica, a segunda fase da remodelação da rede subterrânea de 15 kv em Santa Cruz e a criação de condições para a saída a 15 kv da nova central para as Lajes e Santa Cruz.
Nas Flores, a EDA tem ainda previsto dois importantes investimentos na área dos aproveitamentos hidroeléctricos, que vão aumentar para 87% a electricidade produzida através de energias renováveis naquela ilha.
Um dos investimentos refere-se ao aproveitamento do potencial hidroeléctrico da Ribeira Grande, que deverá entrar em funcionamento em 2012. O projecto inclui a construção de uma central com dois grupos geradores, com uma potência global de 1.100 kW. A central, que envolve um investimento de 5,7 milhões de euros, tem uma produção anual estimada em 5,12 GWh.
O segundo investimento previsto nesta área refere-se à remodelação da Central Hidroeléctrica de Além-Fazenda, cujas obras estão dependentes da conclusão da nova central termoeléctrica. Na sequência da remodelação, que deverá envolver um investimento de 2,1 milhões de euros, a Central de Além-Fazenda passará a ter uma potência instalada de 1.616 kW, atingindo uma produção anual estimada em 5,28 GWh.
Fonte: Diário Insular 18/09/2009

 

Cachalotes podem ficar até três meses nos Açores

Existem famílias de cachalotes nos mares dos Açores com seis a oito animais que podem permanecer na Região até três meses.
As conclusões são de um estudo revelado na edição de Setembro da conhecida revista científica, “Canadian Journal of Zoology”.
Durante o estudo, elaborado por uma equipa de seis investigadores do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, foram analisadas 151 amostras de pele de cachalote (pele descascada e biopsias) colhidas no período entre 2002 e 2004 nos mares da Região por meio de marcadores genéticos, utilizando-se onze marcadores micro-satélites e sexagem molecular.
Assinam o trabalho os investigadores Ana Pinela, Sophie Querouil, Sara Magalhães, Mónica Silva, Rui Prieto e Ricardo Serrão Santos.
O estudo parte do pressuposto de que a estrutura populacional e composição dos grupos sociais de cachalotes “são pouco conhecidos” na Região, que é apontada como um local de alimentação e de reprodução.
O trabalho científico revela algumas surpresas, uma das quais é o facto de a idade de dispersão do cachalote macho ter sido estimada em 16,6 anos, o que representa uma idade “muito avançada em comparação com as estimativas disponíveis para esta espécie”.
Noutras zonas geográficas, estudos científicos revelaram que a idade de dispersão dos cachalotes machos da mãe e tias mais próximas ocorre entre os 6 e os 10 anos. Nestes termos, os cachalotes machos ficam junto às mães o dobro do tempo que em outras regiões.
  “Encontrámos este dado e agora temos de continuar o trabalho para descobrir exactamente o porquê”, afirma Mónica Silva, uma das investigadoras do Departamento de Oceanografia e Pescas envolvidas no estudo.
  Uma das hipóteses levantadas é a de que os trabalhos em outras regiões geográficas foram desenvolvidos ainda na época da baleação ou pouco depois de terminada a baleação.
“Pode-se partir do princípio que, uma vez que a baleação explorava essencialmente os animais de maiores dimensões, ou seja, os machos adultos, o seu número decresceu no Atlântico Norte. E, portanto, houve mais possibilidade de machos mais novos se tornarem maturos mais cedo. Deixarem mais jovens o grupo da mãe e tornarem-se indivíduos machos adultos maturos mais cedo de forma a poderem reproduzir-se mais depressa”.
No fundo, resume a investigadora, toda a população “acelerou o processo de desenvolvimento, de crescimento social e sexual. Finda a baleação – e este trabalho foi efectuado quase 20 anos após a lei que proíbe a caça à baleia nos Açores e no resto da Europa – o que pode ter acontecido é que, com mais machos maturos na população de cachalotes, já não houve necessidade de machos mais novos se isolarem para procriarem”. 

“LAÇOS MUITO FORTES”
Mónica Silva referiu ao ‘Correio dos Açores' que os cachalotes são uma espécie que tem uma organização social “muito forte. Existem laços de parentesco muito fortes entre estes animais”, acentuou.
Trata-se de animais que são irmãos, pais, mães e filhos e filhas, sobrinhos. Estes grupos, geralmente, têm entre seis e oito animais que “podem ser vistos todos na mesma área. E, depois, por vezes acontece que na mesma área geográfica a sul do Pico e a sul do Faial podemos ter mais do que uma destas famílias”.
E quando se analisa o padrão genético das diferentes famílias, também elas são aparentadas. “Ou seja, neste caso, trata-se de um tipo de parentesco mais distante. Por exemplo, primos e primas e também pertencem à mês família global”.
Outra das conclusões a que o estudo chegou é que as famílias de cachalotes que ocorrem nos Açores “são fiéis” às ilhas. “A maioria das populações tende a regressar todos os anos à região embora nem todos os indivíduos venham todos os anos”.
  Permanecem nos mares do arquipélago por períodos que poderão ir de algumas semanas até cerca de três meses. Geralmente, “a mesma família não permanece mais de três meses seguidos nos Açores. No entanto, embora tenham esta fidelidade à área em redor das ilhas açorianas, não quer dizer que sejam fiéis a uma determinada ilha”.
De facto, o estudo indica que os cachalotes se deslocam por todo o arquipélago. Fotografias recolhidas demonstram mesmo que os animais vistos no Faial também foram encontrados na Terceira e em São Miguel. “Dentro dos Açores os animais não se restringem a determinada ilha ou a determinado grupo de ilhas mas movimentam-se livremente dentro do arquipélago”, pormenorizou Mónica Silva. 
Ficou também demonstrado que toda a população de cachalotes que ocorre nos Açores “pertence à mesma população global a que se chamará a população do Atlântico Norte. São os animais que migram por todo o Atlântico e que, obviamente, nestes seus movimentos, também passam pelos Açores e utilizam a Região”.
Fonte: Diário Insular 11/09/2009

 

Novo Hotel das Flores é “investimento estratégico”

Custou 5,5 milhões de euros, fica nas imediações do Centro de Interpretação Ambiental e Cultural que está a ser criado na antiga Fábrica da Baleia do Boqueirão, tem a classificação de quatro estrelas, 26 quartos e uma suite. É esta a descrição breve do Hotel das Flores, ontem inaugurado com a presença vice-presidente do Governo Regional, Sérgio Ávila, que o classifica como um “investimento estratégico”.
O executivo regional quer “reforçar e impulsionar a dinâmica económica e aumentar o prestígio e a visibilidade desta magnifica ilha”, garante Sérgio Ávila.
O Hotel das Flores revelar-se-á como “um factor decisivo” para desenvolvimento e crescimento sustentado da ilha, assegurando directa e indirectamente “um impulso nos seus níveis de emprego, produção e rendimento, com benefício para todos os florentinos”, acredita o governante.
Tal como o Hotel da Graciosa, o Hotel das Flores foi construído pela “Ilhas de Valor”, uma sociedade anónima de capitais públicos, sendo a sua exploração entregue à Fundação INATEL.
De acordo com Sérgio Ávila, a opção justifica-se pela “vasta experiência” que o INATEL tem na exploração de unidades hoteleiras, organização de viagens e promoção turística. “Isso assegura-nos a solidez e sucesso da exploração”, afirma.
“Vamos contar com o empenho, experiência e know-how do INATEL para aportar clientes a esta unidade hoteleira”, acrescenta.
Fonte: Diário Insular 01/09/2009

 

Sucatas removidas das Flores e Corvo

A direcção regional do Ambiente está a concluir a acção de remoção do passivo ambiental de resíduos metálicos das ilhas das Flores e do Corvo.
Segundo o Governo Regional, esta acção “resulta da necessidade de resolver o problema do passivo de resíduos e de os encaminhar para destino final adequado, prevalecendo a sua valorização, em cumprimento com o princípio da abordagem combinada para a gestão de resíduos”. “Para além disso, o resultado esperado é de elevada importância para a preservação da qualidade ambiental e, por conseguinte, da beleza natural destas ilhas classificadas com estatuto de Reserva da Biosfera”, adianta.
Fonte: Diário Insular 03/09/2009

 

Graciosa, Flores e Corvo em documentário nacional

A Graciosa, Flores e Corvo, a três reservas da Biosfera existentes dos Açores, classificadas pela Unesco, vão estar em destaque no documentário de carácter ecológico “GeoPortugal”. A fita será exibida no próximo mês de Novembro, em Lisboa, no âmbito das comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra da Unesco.
Para o efeito, vai deslocar-se à Região uma equipa de filmagens da produtora Farol de Ideias, responsável pelo projecto, para conhecer as reservas da Biosfera, os contornos do futuro Geoparque dos Açores, bem como para perceber in loco o que pode mudar com a extensão da plataforma continental e avaliar o que existe de novo ao nível da geomedicina.
Fonte: Diário Insular 08/09/2009

Reserva da biosfera relevante para as Flores

A UNESCO incluiu a ilha das Flores na rede  mundial de reservas da biosfera. O Governo Regional considera que é uma distinção “relevante” para os Açores.
O secretário regional do Ambiente e do Mar, Álamo Meneses, considerou ontem com “relevante para a protecção e valorização do ambiente nos Açores”, a inclusão da ilha das Flores na rede mundial de reservas da biosfera da UNESCO.
A decisão de incluir as Flores na lista dos sítios com relevância ambiental foi tomada pelo Conselho Coordenador Internacional do programa “O Homem e a Biosfera”, durante a reunião realizada ontem na ilha Jeju, na República da Coreia.
Álamo Meneses salientou a importância para as Flores e para os Açores da classificação, não só no plano interno, por fomentar a preservação e o usufruto ambientais, como no exterior, por ser um “excelente veículo de promoção da qualidade que realmente temos”.
Por isso, acrescentou que o Governo Regional “regozija-se pela atribuição de mais este galardão mundial para a Região”, distinção que é “motivo de orgulho” para todos os açorianos.
No entanto, o governante reconheceu que será necessário resolver alguns problemas de natureza ambiental que existem na ilha, entre os quais a questão do tratamento dos resíduos sólidos.
“Esta é uma classificação que nos traz grandes responsabilidades uma vez que a ilha terá que ser um espaço em que o ambiente tem que ter uma atenção muito especial. Ainda existem alguns problemas sérios nas Flores com os resíduos que precisam de ser rapidamente resolvidos”, afirmou.
Segundo o secretário regional do Ambiente e do Mar, essa é uma situação que o Governo Regional pretende resolver com as duas autarquias da ilha.
No texto que justifica a inclusão das Flores naquela rede, a UNESCO salienta que a reserva inclui toda a ilha, por apresentar aspectos paisagísticos, geológicos, ambientais e culturais relevantes, e ainda áreas marinhas adjacentes.
O documento refere, também, particularidades de excepcional interesse do novo sítio classificado, nomeadamente a existência de “altas escarpas que dominam a maior parte da linha da costa, que é ponteada por pequenos ilhéus”, referindo, ainda, que a área suporta a pesca tradicional e atrai turismo de qualidade, especificamente para mergulhar ou observar baleias e golfinhos, bem como para caminhadas à beira-mar.
Na sua decisão de ontem, o Conselho Coordenador Internacional da UNESCO aprovou, para além das Flores, a inclusão na lista de reservas de mais 21 sítios em todo o mundo, um deles o complexo natural de Gerês/Xures, que abrange território português e espanhol.

Espécies exóticas ameaçam
flora endémica da ilha

O alastramento de espécies exóticas e infestantes como a jarroca, incenso ou as hortênsias, ameaçam a preservação da flora endémica existente na ilha das Flores.
De acordo com Eduardo Dias, docente da Universidade dos Açores, nos últimos anos tem-se registado o avanço das espécies exóticas zona natural que ocupa parte significativa da ilha mais Ocidental do arquipélago.
Para o investigador da Universidade dos Açores, a inclusão das Flores Flores na rede mundial de reservas da biosfera poderá contribuir para uma maior consciencialização da necessidade de preservar o meio ambiente tendo em conta as particularidades da ilha em termos ambientais.
“As Flores têm características muito próprias porque é uma ilha onde os recursos hídricos são abundantes e existe alguma pressão sobre os solos sobretudo nas zonas litoriais”, referiu.
Para Eduardo Dias, para além dos cuidados de natureza ambiental, as Flores devem apostar em outras actividades económicas para além da agricultura.
Nesse âmbito, considera que a ilha poderá tirar maior partido no sector do turismo se souber potenciar “a mais-valia” de ser classificada pela UNESCO com reserva mundial.

Três ilhas na lista
A ilha das Flores junta-se à Graciosa e ao Corvo, que integram a lista mundial de reservas da biosfera da UNESCO desde 2007 e que é composta por 553 sítios, localizados em 104 países.
Além das reservas da biosfera, o arquipélago dos Açores possui áreas classificadas e reconhecidas internacionalmente por razões ambientais com o estatuto de Rede Natura 2000, Património da Humanidade, Áreas RAMSAR e Áreas Marinhas Protegidas ao abrigo da Convenção OSPAR, e outras de âmbito nacional e internacional.
Fonte: Diário Insular 27/05/2009

A vizinha ilha do Corvo

 

Acompanhe a cada minuto o visionamento do tempo por estas paragens.
Imagem obtida do projecto climaat

WebCam Live - Lajes das Flores


Imagens actualizadas a cada 60 segundos

 

Veja a previsão do tempo, em pormenor, não só para esta ilha mas para o restante planeta.

Veja a previsão do tempo "zeilen" não só para esta ilha mas para o restante planeta.

 

1º Encontro de Fadistas.

Na sequência de outros eventos já realizados em outras ilhas, no dia 25 de Abril (2009), realizou-se na Ilha das Flores o 1º Encontro de Fadistas.
Local, Casa do Povo das Lajes pelas 21.30H

 

Festa do Emigrante 2009

 

Golfe rústico estende-se às Flores
(Aldeia da Cuada)

  .

 

Grupo Folclórico e Etnográfico da Associação Cultural Lajense
da Ilha das Flores, Açores

 

A Tuna SOL MAR da freguesia da Fajã Grande
foi fundada em 9 de Setembro de 1993 e é constituída por cerca de 18 elementos,
de diversas faixas etárias.

 

Grupo de amigos que se encontram uma vez por ano
e tocam o que lhes vai na alma.

 

 

Por alturas do Natal, a Junta de Freguesia do Lajedo costuma oferecer um Jantar Natalício aos seus residentes.
Um Bem-Haja para todos.

 

No fim de cada ano, entre o Natal e os Reis, algumas pessoas formam um grupo e com alguns instrumentos, boa vontade e dedicação, vão de porta em porta dar as Boas Festas às pessoas.
Muito obrigado a todos eles e, aquí ficam dois desses momentos.

 

Boas Festas no Salão da Casa do Povo da Fajã Grande

 

 

Boas Festas à porta do Sr. Kurt Fligge, Costa do Lajedo


 

Ao falar-se em tradições/costumes, vem à memória as matanças de porco.

 

 

Algumas tradições, culinárias, desta Ilha.

 

Jantar/Sopas de Espírito Santo (Costa do Lajedo)

 

Ilha das Flores...porventura, das mais bonitas ilhas dos Açores
e do Atlântico... é a minha opinião...

 

Ecos do Fado
No passado dia 25 de Março (2009) teve lugar na freguesia da Feteira, Iilha do Faial, um encontro de fadistas.

Armando Meireles

 

Raquel Machado

 

 

Armanda Banha

Veja mais em


 

 

Aquí nasce a "Água Quente"
Embora não conste em nenhum roteiro turístico, e para os amantes de curas naturais, existe uma fonte de água termal, de origem vulcânica, que se situa nos rochedos, junto ao mar "na Rocha do Barreiro", no lugar da Costa, de onde sou natural, freguesia do Lajedo, concelho das Lajes. Não é fácil a sua localização, mas, qualquer um dos habitantes desta pacata povoação, de cerca de 50 habitantes, estará à sua disposição para lhe indicar o caminho.

 

 

 

 

 

A este respeito, retirei esta informação do livro:
“Ilha das Flores, Açores, Roteiro Histórico e Pedestres”
de Pierluigi Bragaglia

"...No dia 9 do corrente, foi desta vila para a das Lagens e dali para a Costa do Lajedo, onde foi sujeitar-se a um tratamento de banhos termais, o sr. dr. Santos Apostolo, ilustre Delegado do Procurador da República nesta Comarca e que há já bastante tempo vem sofrendo de um ataque de reumatismo na perna direita. Acompanharam-no até às Lagens e Lagedo, alguns amigos desta vila. Que sua excia. Obtenha curas completas e regrece breve a esta vila, são os nossos anciosos desejos.
O periódico as Flores, quatro números mais tarde e sempre com um título a negrito que só traz o nome do ilustre Delegado, informa-nos que a cura termal, com a duração de cerca de um mês, resultou:
Do lugar da Costa do Lagedo, onde esteve em uso de banhos termais, regressou a esta vila no dia 7 do corrente o exmo. Sr.Dr.Santos Apostolo, ilustre Delegado do Procurador da República nesta Comarca, que experimenta sensíveis melhoras, o que registamos com imenso prazer apresentando-lhe os nossos cumprimentos de felizes vindas..."
"...Publica-se aqui a que foi presumivelmente a primeira análise da água, assim como apresentada no Doc. N 3 dos Anais do Município das Lajes das Flores:

            pH = 8,57;
            Resíduo seco (evaporação)         2,41 g/l
            Resíduo calcinado ao rubro         1,27 g/l
            Cinzas do sulfato (secas)             4,12 g/l
            Dureza total                               28,75 DH
            Dureza do cálcio                          8,18 DH
            Ca                                             58,52 mg/l
            Mg                                            89,30 mg/l
            SiO2                                         59,00 mg/l
            Sulfatos alcalinos                       3,42 mg/l (peso conjunto dos sulfatos)
            Fe203                                     -
            A1203                                    -
            SulfatosClorestos (S04/2-)      272,00 mg/l
            Clorestos (Cl-)                1,08 mg/l
            Carbonatos (C03/2-)                 27,71 mg/l
            Bicarbonatos (HC03m)           339,40 mg/l..."

 

Algumas actividades, tradicionais, desta Ilha.

 

Nascido na Ilha das flores (freguesia da Fazenda das Lajes) o Sr Padre José Alves Trigueiro , tem uma das maiores e mais belas colecções de fotografias, panorâmicas, sobre esta Ilha.

Algumas, das muitas, fotos tiradas a esta ilha pelo Sr. Armando Meireles. (muito obrigado)

 

Neve e granizo, na ilha das Flores, no dia 29 de Janeiro de 2009,
onde foi registado -1º C de temperatura mínima.

 

 

Mais uma família/organização ao serviço desta Ilha.
Malheiros Serpa

Actividades Marítimo-Turisticas: FloresPesca telefone- 963696990 (Fajã-Grande- Ilha das Flores -Açores)

José de Freitas Serpa, um florentino com muito talento e arte. Veja/saiba um pouco sobre ele.

O canyoning é uma actividade desportiva e de lazer que consiste na descida de cursos de água encaixados e com fortes declives, recorrendo a rapel, saltos, destrepes ou tobogãs para transpor os obstáculos...Fique por dentro desta modalidade.

 

Esta página tem como objectivo divulgar todo o tipo de dados sobre esta ilha, ou seja dar oportunidade a todos os que quiserem colocar o seu trabalho em público.
Para tal, basta enviar, para o meu e-mail, o que pretende e os seus contactos para mais tarde ser contactado/a.
Não tem nenhum custo é uma honra para mim divulgar tudo o que se faz/diz/pensa nesta Ilha.
Seja o primeiro/a.

 

Obrigado

 

Ilha das Flores (ilha cor-de-rosa)

 

 

 

 

***OBRIGADO PELA VISITA***